domingo, 30 de novembro de 2014

Guia de Viagem: Montenegro

Montenegro



Montenegro, ou em servo-croata Crna Gora (literalmente montanha negra), é uma república da antiga Federação Jugoslava. Separou-se oficialmente da Sérvia em 2006 e desde então que é um país independente que faz fronteira a norte com a Croácia e Bósnia, a este com a Sérvia e com a Albânia a sul. Se gostas de história contemporânea europeia, fiordes, paisagens naturais de perder o fôlego, lagos e praias desertas, estâncias de esqui e uma vida nocturna animada, Montenegro é o país certo para ti.


Podgorica




Esta é a mais recente capital do continente europeu, se pela população não parece uma capital então irá parecer ainda menos pela vida tranquila e falta de estética dos edifícios.

Há muitos viajantes que deixam Podgorica de lado por ser aparentemente uma cidade aborrecida e com poucas atracções turísticas... o que é parcialmente verdade. Contudo aconselho toda a gente a visitar a capital da nação montenegrina. Com esplanadas a preços convidativos, uma vida nocturna animada, catedrais e jardins luxuriantes é sem dúvida uma boa forma de passar dois dias a relaxar.

Algumas das coisas mais divertidas para fazer em Podgorica é experimentar a típica comida de Montenegro a preços baixos, onde se incluem iguarias como coração de vitela ou fígado de carneiro, visitar o Estádio Nacional e explorar os complexos desportivos abandonados e passar longas horas nas margens do rio Moraca a apanhar sol e a nadar na água cristalina.

As ligações com as outras cidades é feita facilmente através de autocarro ou comboio para todos os países fronteiriços, com excepção da Albânia.




Kotor




O que dizer de Kotor? Esta foi a minha segunda paragem em Montenegro, a que cheguei depois de uma viagem de 2 horas através de algumas das paisagens mais bonitas que vi no continente europeu: a pedra negra mostra-se por entre a vegetação frondosa e quase virgem, poucas aldeias surgem no caminho e a chegada ao único fiorde da Europa do Sul é uma paisagem que dificilmente conseguirás esquecer.



Kotor é uma pequena vila com origens medievais e que se estende pelas margens da água azul da baía. As ruas intricadas e labirínticas irão deixar-te deslumbrado pela mármore branca e igrejas medievais que abundam por entre as tortuosas ruas. E se os preços turísticos são definitivamente mais elevados do que em Podgorica, a monumental caminhada pelas muralhas que se estendem por mais de 4.5km sempre a subir irá deixar-te seguramente sem fôlego... tanto pelos milhares de degraus que vais encontrar, como pela paisagem que vais conseguir ver.

Entre 2 a 3 dias é a quantidade de tempo perfeita para passar nesta encantadora cidade, quer seja a caminhar à volta das águas cristalinas, a apanhar sol na praia ou a beber vinho, com amigos de quatro países diferentes, numa varanda sobre a praça principal da cidade.




Budva

Bem-vindo à capital da Budvanska Riviera, terra de paragem para oligarcas russos, milionários ucranianos e destino de férias para as classes abastadas dos Balcãs. Não acreditas? E se disser que Budva é a cidade da Europa com mais milionários per capita? Mas calma, tal como tudo em Montenegro é mais barato do que possas pensar...


Apesar de ser o centro turístico de Montenegro, Budva ainda mantém uma grande parte da beleza tradicional porque ficou conhecida e pelos preços competitivos que apresenta. Conhecida pela sua cidade velha ser uma versão mais reduzida de Dubrovnik, esta ganha por também manter uma beleza antiga e tradicional dos antigos dias de glória do Adriático e claro, pela diferença de preços: uma cama num hostel de Dubrovnik custa em época alta 25€, enquanto que em Budva consegues ter a mesma qualidade por apenas... 7€ por noite!

Para além dos preços sem par na região, Budva também apresenta uma série de restaurantes locais, com um staff simpático e desejoso de te dar uma amostra dos produtos da região e também diversas praias de areia limpa, águas quentes e cada uma com uma paisagem absolutamente única.

Nesta região também podes encontrar a ilha privada de Sveti Stefan, comprada há poucos anos por um milionário secreto. Queres tentar a tua sorte e lá entrar?



Como Chegar?

Apesar de Montenegro não pertencer à União Europeia, a maioria dos cidadãos europeus com passaporte não necessitam de um visto de entrada podendo ficar no país até um período de 90 dias.

Montenegro tem dois aeroportos: o Aeroporto Internacional de Podgorica e o Aeroporto de Tivat, próximo das cidades de Budva e Kotor.

A cidade marítima de Bar tem ligações com os portos italianos de Ancona e Bari, podendo a viagem demorar até 12 horas, - são normalmente ligações nocturnas. A transferência de Bar para qualquer outra das cidades pode ser facilmente feita de comboio (Podgorica) ou de autocarro (todas as outras cidades).

Montenegro também tem uma vasta ligação de autocarros para os países fronteiriços, nomeadamente: Dubrovnik (Croácia), Sarajevo e Mostar (Bósnia), Pristina e Prizren (Kosovo), Belgrado (Sérvia).

Segurança

Montenegro é um país seguro, em que não se precisas atenções especiais de segurança. As cidades costeiras de Kotor e Budva são sossegadas e dificilmente encontrarás os típicos embustes direccionados aos turistas.

Na capital, Podgorica, é aconselhável a não andares sozinho à noite nos bairros mais afastados do centro, nas imediações do Estádio Nacional e do Parque Gorica, na montanha com o mesmo nome.

Queres saber mais sobre Montenegro? (Mais novidades em breve)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Há Alguma Coisa nas Viagens de Comboio...

Há quem goste de viajar o mais rápido possível, de uma maneira eficiente, sem perder tempo... Eu por outro lado não me importo com o tempo que ganho ou perco quando estou a viajar. A máxima de "o importante é a estrada, não o destino" aplica-se não só no meu dia a dia, mas também quando viajo. E por isso entre todos os meios de transporte há um que ganha o lugar de eleição no meu pódio.

Não há nada como viagens de comboio, longas e exaustivas viagens de comboio que te fazem pensar que estás numa solitária existência, enquanto as cores esbatidas lá fora passam por ti numa velocidade constante, ritmada, cadenciada...



Já fiz algumas viagens que me fazem sorrir sempre que penso nelas: as três horas entre Ljubljana e Maribor, na Eslovenia onde se cruza paralelamente algumas das águas mais puras e cristalinas da Europa; as horas e muitos quilómetros entre Sófia e Bucareste por entre as montanhas carpatianas do sul ou as infindáveis 18 horas entre a capital romena e a pérola nas margens do Danúbio que é Budapeste... ah, e que tal as quase 20 horas no lendário Sud-Express entre Paris e Lisboa?

Todas essas viagens levaram-me a lugares interiores desconhecidos: desde o aborrecimento, desde o aprender a não fazer nada e estar bem com isso, ao acalmar o meu ritmo de vida até ficar petrificado pelas paisagens que vi.

Hoje lembrei-me de escrever sobre viagens de comboio porque estava a ler um artigo da Lonely Planet sobre as melhores viagens de comboio no Canadá e não sei quanto a ti, mas eu fiquei com uma vontade imensa em comprar a primeira passagem de avião até Vancouver para a seguir me meter num comboio e seguir até Toronto numa travessia de 4 dias, que atravessa as montanhas rochosas e segue pelas grandes planícies do Manitoba e Alberta. Ou o que dizer (e sonhar) com a viagem de 20 dias entre Montreal e Halifax na última fronteira atlântica da América do Norte... ou para os mais corajosos uma viagem rumo a norte desde Winnipeg até à semi-tundra ártica de Churchill?



Se quiseres saber mais sobre estas viagens lê os seguintes artigos:
Arrasado Pelas Rochosas: As Melhores Viagens de Comboio do Canadá
Fora da Rota Comum: Uma Viagem de Comboio Épica através do Canadá 


São essas viagens que me fazem sorrir.

E tu o que achas de viagens de comboio? São as tuas preferidas ou tens outra forma de viajar preferida?


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Conquista a Motivação de Viajar Para Sempre

Há momentos em que surge a oportunidade de viajar, mas a ideia parece-te demasiado extravagante, ou se calhar o destino assusta-te ou sentes que estás com falta de motivação. Tudo isso é normal, o medo e a ansiedade de começar uma nova viagem podem muitas vezes ser maiores entraves do que a viagem em si.

Todos nós passamos por isso, todos nós temos momentos em que se calhar preferíamos passar mais umas semanas, ou uns meses colados à frente do ecrã de televisão e sentados confortavelmente no sofá de sempre. Se há algo que viajar causa é uma quebra total da rotina, é a existência de um quase antes e depois da viagem porque por vezes és retirado tão brutalmente da tua zona de conforto que nada voltarás a ser o mesmo.

Por isso, para te ajudar na tua motivação de começares a viajar vou-te contar uma história...

Em Maio deste ano estive durante uma semana na região Sul de Itália. Ao me ver sem grandes alternativas e sem o bilhete de regresso comprado, olhei para o mapa e comecei a pensar para onde poderia ir. Sem muito planeamento, ou pensamento, passado três dias estava numa viagem de 5 horas de Salerno até Taranto, onde corri até à estação de comboios para apanhar a ligação até à cidade portuária de Bari, algumas horas mais a norte.

O Centro Antigo da cidade de Bari

Bari é uma cidade invulgarmente estranha: os edifícios de mármores contrastam com as crianças a pedir dinheiro na rua, o italiano mistura-se com o albanês e as esplanadas chocam de frente com um sentimento permanente em que não estava em completa segurança.

Cheguei ao porto de Bari às 4 da tarde e as portas só abriam dali a 5 horas. Portanto um longo tempo de espera... Comi uma pizza num snack-bar frequentado pelos locais e por grupos de máfia albanesa, eu era um estranho em terras estranhas. Paguei a conta e fui para a sala de espera, muitos homens de meia idade dos Balcãs, alguns trabalhadores temporários, outros camionistas e a certeza quase absoluta que ninguém falava inglês. Ao meu lado estava um senhor que aparentava ter uma certa idade, a barba crescia-lhe à volta da boca, usava um boné verde tropa e enrolava tabaco numa fina mortalha, enquanto as mãos lhes tremiam nervosamente.

"Fala inglês?" - perguntei.
Olhou para mim, deu um bafo no cigarro e apenas respondeu:
"Sim."

Falamos durante alguns minutos até ser anunciado que as portas para o navio estavam abertas. Avancei rapidamente pela fila dos cidadãos da União Europeia enquanto ele ficou na longa fila dos extra-comunitários.

Passeei pelo navio, subindo e descendo de deck, espreitando pelas várias varandas, observando o pôr-do-sol e quando desço umas escadas vejo o mesmo senhor a arrastar a sua mochila escadas acima. Perguntei se queria ajuda e depois de uma educada negação, lá aceitou e levei-lhe a mochila para o espaço em que nós os dois e mais 40 camponeses kosovares iam passar a noite, em prantos de guerra e  risos histéricos, que não me deixaram dormir.

Começava a travessia do Adriático

Passadas algumas horas (a que te vou poupar) encontrava-me a beber uma cerveja com o Donald no convés exterior e falamos de viagens, da sua vida na Nova Zelândia e do que o levava a viajar. O Donald não era um viajante comum, com 81 anos (!!!) viajava todos os anos durante o inverno Neo-Zelandês porque fazia simplesmente demasiado frio, um frio de que ele não gostava. Já tinha corrido mais de 40 países entre os quais uma viagem de norte a sul à China e um tour com um outro amigo ao Usbequistão. Vivia sozinho na cidade de Queenstown desde que a mulher tinha falecido e ocupava o tempo livre a esculpir figuras em madeira. Antigo arquitecto e fumador só em tempos de viagem.

Toda a inspiração que precisava para a viagem que se aproximava estava ao meu lado, com voz tremida e cigarros mal enrolados. Mas há noites que trazem mais inspiração do que se está à espera.

Do outro lado da mesa um tipo de cabelo comprido loiro escrevinhava rapidamente num caderno preto de bolso. A história dele? O Derek era um antigo estudante de desenho da cidade de Hannover, na Alemanha. Havia desistido do curso e trabalhou durante 7 meses numa fábrica de componentes automóveis e depois... Depois despediu-se, pegou na bicicleta e há mais de um ano que cruzava a Europa e o Norte de Africa. Desde a Irlanda, Inglaterra, Portugal, Marrocos, Itália, Franca, Espanha ele tinha mais pedaladas do que qualquer outra pessoa que conhecesse. Onde é que ele dormia? Numa tenda que levava e que montava num qualquer descampado. Em Marrocos disseram-lhe que não era seguro dormir no sopé de uma montanha, em França foi atacado várias vezes por javalis enraivecidos e preparava-se para se deitar no banco, dormir sob as estrelas e pedalar pelos Balcãs.



O que mais me espantou? O seu positivismo, perante qualquer pergunta respondia: "É, é OK."

O Derek ficou para trás na fila de entrada aduaneira, enquanto eu e o Donald seguimos até um táxi que nos propunha levar a Belgrado por 60€, quando tudo o que queríamos era ir até à estação de comboios. E foi aí que vi o Donald pela última vez... Falava com as senhoras da estação, com a prestável tradução de um taxista que a curiosidade sobre dois viajantes tão distintos o retirou do aborrecimento diário e soube que o meu comboio estava segundos a partir. O taxista caminhou até à plataforma, gritou algumas palavras em servo-montenegrino e  disse-me para correr, para correr muito. Começo a correr... Paro, deixo a mala apeada, volto para trás, abraço o Donald e apenas digo que foi um prazer conhece-lo, que se mantenha seguro nas suas viagens, apertei a mão ao taxista e saí do hall da estação disparado, atravessei linha atrás de linha, 6 ou 7, não me recordo, e saltei para dentro da carruagem.

O Donald, tal como o Derek, o taxista, a estação de comboios e a cidade de Bar ficaram para trás enquanto o comboio seguiu marcha até Podgorica.

Se te falta motivação para viajar não te percas no meu conto deste dia, pensa nas viagens de um homem de 81 anos, que corria o outro lado do mundo porque... na Nova Zelândia faz demasiado frio. Ou no tipo de vinte e muitos anos, que pedalou à volta de um continente porque a vida em Hannover era demasiado aborrecida.

O Donald e um tipo demasiado feliz por estar há mais de 24 horas sem dormir... Descobre o que lhe acontece a seguir!

sábado, 8 de novembro de 2014

33 Truques de Viagem (7ª Parte)

31º Truque - Relaxar Faz Bem ao Viajante


Quando chegas a um novo destino, principalmente se for de avião, em vez de correres para apanhares um táxi, comboio ou autocarro... Pousa a mochila no chão, senta-te, fecha os olhos e respira.
Não há nada pior, ou maior quantidade de erros cometidos quando se saí de uma viagem de mais de 7/8 horas de avião e a primeira coisa que se faz é correr para outro sítio. Muitos dos erros que os viajantes cometem é por estarem desorientados, confusos ou em choque perante aquilo que vêm à sua frente. Se pararem, beberem um café, respirarem e olharem à sua volta vão conseguir tomar decisões mais acertadas e correr menos riscos de por exemplo... entrarem num táxi não-oficial, o que lhes pode custar várias centenas de euros.


32º Truque - Como Fazer Novas Amizades


Eu sei, antes de cada viagem que se faz sozinho há o medo, a ansiedade de se chegar a uma cidade e não se conhecer ninguém, de passar dias seguidos sozinho, a caminhar sem esperança pelas tortuosas ruas de cidades que afinal não são assim tão entusiasmantes. Mas não te preocupes, em qualquer hostel há dezenas de outros viajantes solitários que querem tanto ter companhia como tu. Os locais muitas vezes estarão mais que disponíveis para te conhecer e quererem saber mais do teu país e o que achas do sítio onde vivem. E se te convidarem... aceita! Claro, usa o teu bom senso, mas na maioria dos casos a bondade humana irá surpreender-te.


33º Truque - Para Grandes Medos... Grandes Remédios


Muitas vezes o pensamento de viajar é mais assustador do que o próprio acto de abandonares tudo o que é familiar e mergulhares numa cultura diferente da tua. Essa ansiedade do que pode acontecer leva-nos a ponderar se estamos a tomar a decisão mais certa, ou a mais moderada. Mas como se costuma dizer para grandes males tem que haver grandes remédios.
Por isso, se está com medo de viajar e estás a adiar compulsivamente a tua decisão: COMPRA UM BILHETE DE AVIÃO SÓ DE IDA!
Feito.

domingo, 2 de novembro de 2014

33 Truques de Viagem (6ª Parte)

26º Truque - Usa o Denominador ?.jpg



Apesar de nunca ter utilizado este truque, e duvidar da sua validade, existem vários sites que juram a pés juntos que ao colocares estes símbolos no final do link irás ter acesso à internet dos aeroportos sem teres que pagar valores adicionais. Vale sempre a pena tentar.


27º Truque - Utiliza Sites como TripAdvisor, Yelp, FourSquare



Imagina que chegas a uma cidade nova, o recepcionista do hostel não é grande ajuda pois prefere estar no chat do Facebook, há pouca gente com quem conviver e tu estás com vontade de fazer algo diferente. O que podes fazer? Acede a sites ou App's como o TripAdvisor, o Yelp ou o FourSquare para saberes quais são os melhores museus, restaurantes, bares, tours e melhores actividades a fazer na nova cidade. Existem milhões de utilizadores registados por todo o mundo, por que não aproveitares a sua experiência de viagens e tornares-te o próximo a fazer uma review?


28º Truque - Usa o GPS Pare Teres um Mapa



Chegas a uma nova cidade e não tens mapa, não encontras o posto de turismo. O que podes fazer? Tal como foi aconselhado anteriormente, caminha para o centro da cidade e procura por um qualquer restaurante ou cadeia de fast-food que tenha acesso grátis à internet. Depois tudo o que tens a fazer é abrires uma App como o Google Maps ou a Apple Maps e descarregares o mapa da cidade. Este vai ficar guardado na memória temporária do telefone e se activares o GPS vais ter um mapa em tempo real no bolso.


29º Truque - Restaurantes Locais



Queres comer bem? Afasta-te das ruas turísticas e dos restaurantes destinados aos mesmos que podem ser encontrados na primeira linha da praia, nas avenidas mais movimentadas ou à frente de algum ponto turístico por excelência. Os preços são inflacionados e a comida normalmente é uma amostra mal cozinhada dos verdadeiros pratos.
Como encontra-los? Basta caminhares para algumas ruas secundárias e teres os olhos bem abertos, cedo irão aparecer excelentes sítios para experimentares uma refeição local.
Dica Segredo: Normalmente onde houver locais a comer então esse também é um bom sítio para fazeres uma refeição, mesmo que possa parecer mais intimidante ou menos limpo que os típicos restaurantes de primeira linha.


30º Truque - Usa uma Security Pouch




Uma Security Pouch traduzida para português não é mais que uma bolsa de segurança, que normalmente colocas por debaixo da camisola na zona da cintura. Devido a ser extremamente fina é invisível para potenciais assaltantes. Mesmo que sejas confrontado, com a infeliz situação de teres que levantar a camisola, sempre podes ter a bolsa de segurança por baixo da zona do cinto, assim continua a "não existir" mesmo que te levantem a camisola. Excelente para transportar notas, passaporte, cartões e até um telemóvel.